Em 2009, no nytimes, a propósito dos U2:

“Because U2 can no longer depend on exposure through radio and MTV, it lined up major television moments. Three days after the Brits, the band finished an awards-show trifecta by performing at the Echo Awards in Germany. U2 is to appear all this week on “Late Show With David Letterman.” Those are prerogatives for a brand-name band, but they are also signs that U2 isn’t taking anything for granted.”

Novos paradigmas de acesso aos produtos, os mesmos potenciais clientes mas que são clientes diferentes, muita concorrência, revolução nos meios de comunicação, e… mesmo os U2, grande marca global, espreitam atentamente o ambiente e perseguem caminhos alternativos para divulgar o novo CD (nada de esperar pela sorte, de dar como adquirido o efeito da marca).
Como disse alguém, “ou encontramos um caminho, ou fazemos um!”

Revelação notável acerca de como a distribuição vai sendo afectada nos dias que correm, o exemplo dado pela banda ao assumir dois contratos separados, cada um com um parceiro diferente:
.. Um para a gravação de novos trabalhos
.. E outro só para as digressões, merchandizing e gestão da marca

“The group also represents one last hope for the increasingly desperate recording business: a bankable act. Last year U2 signed a 12-year deal with the concert promoter Live Nation that covers global rights to the band’s touring, merchandising and branding. Unlike Madonna and Jay-Z, whose deals with Live Nation include future recordings, U2 has kept its recording and publishing with Universal Music, which absorbed U2’s previous labels, Island and Interscope. The band’s manager, Paul McGuinness, said via e-mail that U2 is signed to Universal for “several more albums,” declining to specify a number.”

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