Redefinir o mapa de processos (ou rede) a partir da abordagem sistémica/ abordagem de processos preconizada pela ISO 9001 pode ser uma tarefa colorida e realizadora, na medida em que se consiga passar de algo inócuo ou “caótico” para algo cristalino, realista, e útil!

 

Caracterizando:

  • Inócuo = As abordagens encontradas em muitos SGQs.
    • Processos genéricos decalcados das normas/referenciais, que, por não dizerem nada da organização e à organização, são ignorados/ desaproveitados – são apenas papel, e papel que atrapalha e que gera aversão “à qualidade”.
  • Caos = Sistemas tão vastos e intrincados que se transformam em verdadeiros testes à resistência de quem tem que lidar com elas.
  • Cristalino, realista, e útil = o Director da Qualidade compreende o sistema… Consegue explicá-lo aos colegas… As coisas fazem sentido e a abordagem de processos ajuda a gerir as actividades duma forma em que:
    • Conhecem-se e melhoram-se os resultados
    • Consegue perceber-se o que é um sistema e a abordagem de processos, e, consequentemente…
    • Gerir a rede de processos sem stress, sem lutar com o computador, sem perder noites e fins-de-semana por causa desta conspiração dos “tipos da certificação”!…)
Uma história: (verdadeira)
Num cliente, nunca ninguém tinha sido capaz de “ler” o mapa de processos na íntegra, tão denso e intrincado ele era. Nem o director da qualidade, coitado! :) (nem eu!… :)).
..

O que eu faço:

 

  1. Metodologia muito gráfica e intuitiva inspirada e adaptada dos modelos de Carlos Pereira da Cruz e, na sua origem, da Teoria Geral de Sistemas;
  2. Através de perguntas e propostas para conhecer a realidade do negócio, promovo/ conduzo os interlocutores no desenho da rede de processos;
  3. Asseguro a redacção integrada da descrição de cada um dos processos.

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