* pôr por escrito, definir procedimentos, processos, instruções de trabalho, fichas de cuidados, etc., etc.

  • Pôr por escrito aquilo que se faz na prática requer competências específicas;
  • Deve evitar-se a redacção de grandes “testamentos” (porque em tempos de multitasking e tempos curtos de atenção, as pessoas não têm muita disposição para ler);
  • Deve assegurar-se que se inclui tudo o que é fundamental – o que suporta a prática actual (e evita que ela seja esquecida no futuro).

 

Uma história: (verdadeira)
Num cliente, o objectivo da intervenção passava por simplificar o sistema.
Noventa por cento do trabalho passou por eliminar texto da documentação:

  • Texto que obrigava a tarefas desnecessárias (não exigidas pelas normas ISO, por exemplo)
  • Que criava compromissos que depois custavam caro em auditorias.
  • Que confundia.
  • Que aumentava a despesa em papel.
  • E que ninguém lia – Como neste exemplo.

 

O QUE EU FAÇO:

  1. Adopto e ensino metodologias muito directas, tipificadas, “sem texto desnecessário”, com o máximo recurso a sinais e imagens em detrimento de texto;
  2. Faculto um portfolio imenso de suportes (ficheiros, modelos) ou desenvolvo de forma personalizada (ficam com o cliente de forma gratuita e definitiva);
  3. Conforme pertinente, participo nas fases de redacção (em alguns casos asseguro na íntegra);
  4. Conforme ajustado, oriento, coordeno ou asseguro directamente a comunicação (divulgação) aos destinatários.

 

P.S.: Não esquecer a clareza da comunicação.

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