Não basta prescrever, é preciso que as pessoas compreendam.

 

  • É preciso saber usar a linguagem apropriada, e ser capaz de prescindir de presunções, dos DRs e dos ENGs, da linguagem técnica que muitas vezes só é usada para fazer massagens ao ego de quem “comunica”.
  • Convém que, saídos da sala, terminada a experiência, as pessoas saiam diferentes, saiam com o seu modelo mental afectado, saiam capazes de ver, ser, fazer diferente.

 

Uma história:
Um “Director” explicava uma instrução de trabalho a um funcionário de linha de produção, camponês com a quarta classe, dando início ao “diálogo” com um: “Ora bem, Sr. Fulano, aquilo de que vamos aqui falar é apenas, nada mais nada menos… do que o seu modus operandi!”
(bom, quem precisa que a mensagem passe, seja ela qual for, quando se começa logo assim, desta forma “impactante”?) :|

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