• Acordar de manhã (muitas manhãs) e desejar realizar determinada acção ou chegar a determinado destino não chega, não faz com que aconteça.
  • Existe uma coisa chamada procrastinação que atrapalha as intenções e os desejos.
  • A motivação conta, e saber onde se quer chegar é motivador.
  • Não basta apontar o destino, é preciso actuar, e ir avaliando e ajustando.
  • E, por fim, é preciso saber equilibrar a flexibilidade com a “constância do propósito” (citando Deming).

Lição prática (clicar no botão):   Do processo aos objectivos

 

Uma história:
Uma instituição com quem trabalhei tinha deixado de publicar o seu jornal interno, considerado crucial pela Direcção, por falta de financiamento. Também tinha desistido de querer aumentar o seu número de associados, e, fundamentalmente, os pagantes.
Implementou-se uma adequada gestão por objectivos.

Resultado:
Antes do primeiro terço do período definido para atingir os objectivos, estes foram revistos para mais ambiciosos. Já se conseguira patrocínio para um ano de jornal, e um aumento do nº de sócios bem acima do objectivo traçado para o ano todo…

Este é um exemplo básico, mas por vezes é com estes pequenos passos, com estas pequenas vitórias (“objetivos proximais”), que se vai criando o hábito e fortalecendo a consciencialização daquilo que se quer, e assim também criando condições para ultrapassar o que pareciam ser obstáculos intransponíveis.

 

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