• Demasiado novo, demasiado inexperiente, demasiado tempo para aprender…
  • Demasiado velho, demasiado conformado…
  • Demasiado senior, demasiado conhecimento, demasiado caro…
  • Demasiado especialista, pouco versátil…
  • Demasiado genérico, pouco especializado…
  • Não tem estudos…
  • Tem estudos a mais…
  • Demasiado tudo!…

 

Rapidez precisa-se
Como noutras actividades, no recrutamento a rapidez de decisão é vista como incontornável (mesmo quando se apregoa a prestação dum serviço altamente personalizado ou com posicionamento de excelência).

Para se ser rápido, recorre-se a generalizações/ gavetas onde se possa arrumar rapidamente a matéria-prima (os candidatos).

Como consequência, pessoas altamente (ou potencialmente) capacitadas acabam depois por ser encaixadas nas gavetas/ generalizações do inicio deste texto (quando no fundo, no fundo, o que existe nestes casos é demasiada incapacidade de quem recruta para escapar da única abordagem que lhe dá alguma segurança num contexto de “feito a correr”: a da generalização, dos limites largos, da não individualização).

 

Quem é que pode mudar isto?… As empresas de recrutamento? Ou as empresas/ organizações destino dos recrutados?…

 

P.S.: Engavetados famosos
A título de exemplo: Richard Branson, Steve Jobs, Bill Gates, Mark Zuckerberg, Ted Turner, Rachael Ray, e muitos outros. Alguns destes deixaram os estudos superiores a meio (alguns nem lá perto chegaram). Em muitos dos processos de recrutamento actuais, ficariam à porta por causa disso.

 

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